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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Método DeRose na Virada Cultural





Entre os dias 15 e 16 de maio, São Paulo apresenta mais uma Virada Cultural, projeto que acontece na cidade desde 2005.

No parque do Ibirapuera, haverá a apresentação de mais duas aulas do Método DeRose, além da tradicional aula dos sábados às 9h com o Instr. Luiz Felippe, que continua a acontecer normalmente neste sábado, na Praça do Porquinho. As duas aulas especiais fazem parte da Virada Cultural 2010 e irão acontecer no sábado às 17h30, com o Instr. Vernon Maraschin (Diretor da Unidade Vila Madalena) e no domingo, às 11h, com o Instr. André Mafra (Diretor da Unidade Brooklin).

Já tem uma turma agitando para participar da aula do domingo pela manhã, às 11h. O ponto de encontro será a Unidade Vila Mariana às 10h30.

Aproveite a oportunidade de apreciar uma aula ao ar livre além de participar de evento tão bacana promovido pela prefeitura de nossa cidade.

Para mais informações sobre a virada, acesse: viradacultural.org

Fonte: blog da Unidade Vila Mariana / SP



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vegetarianismo x Yôga

Trecho extraído do livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha. 
DeRose.

Boa parte da humanidade descobriu que comer carnes não era saudável e eliminou-as da sua mesa. Hoje contam-se cerca de DOIS BILHÕES DE VEGETARIANOS NO MUNDO. Mais de um bilhão é constituído pelos hindus. Além deles, contabilizamos os adventistas, os praticantes sinceros de Yôga do mundo todo e os simplesmente vegetarianos das diversas vertentes.
Quando falamos em vegetarianismo poderemos englobar os vegetarianos (lacto-ovo-vegetarianos), os vegetalianos (lacto-vegetarianos) e os vegetaristas (vegetarianos puros ou vegans). Esta é uma das nomenclaturas usadas. Contudo, não há consenso. Na Índia, por exemplo, vegetarianos são os lacto-vegetarianos.
Afinal, essas três vertentes são primas entre si. O princípio básico é não ingerir carnes de nenhuma natureza e de nenhuma cor.
As diferenças entre as três correntes acima são as seguintes:
Vegetarianismo - aceita ovos e laticínios, além de 15.000 variedades de legumes, cereais, raízes, hortaliças, frutas, castanhas, massas, etc.
Vegetalianismo - não aceita os ovos. No restante, não há diferença.
Vegetarismo - não aceita os ovos nem os laticínios. Só vegetais.

QUAL É O MELHOR SISTEMA ALIMENTAR PARA O YÔGA
Para a prática do Yôga, o melhor sistema alimentar é o lacto-vegetarianismo. É o que vem sendo utilizado tradicionalmente na Índia há milênios. Mesmo se assim não fosse, tem provado ser o sistema ideal para o SwáSthya Yôga.

Frase de Marina Engler


"O Yôga é o instrumento da arte de bem viver."


domingo, 4 de abril de 2010

Shiva Natarája - decifrando a dança de Shiva


Na Índia, uma das variações mais conhecidas da dança de Shiva é a Nadanta, representada na figura acima. Para facilitar sua decifração, as “chaves” principais foram sumariamente escritas na escultura.

O tambor na mão direita confirma sua origem pré-ariana: os dravidianos são formidáveis com o tambor. Simbolicamente, o tambor, o damaru, é o som primordial. O Unmai Villakam, versículo 36, diz: “A criação vem do tambor...”. Será isso uma surpreendente intuição do big-bang da física moderna? A concordância é, pelo menos, perturbadora.

Com a mão direita, erguida em abhaya mudrá, Shiva diz: “Eu protejo”.

O fogo, que transforma e destrói, surge na mão que toca o aro em chamas. Afronta para os brâmanes, Shiva reúne em si três funções cósmicas: criação, proteção, dissolução. Para eles, Brahma cria, Vishnu protege e deixaram para Shiva o poder inglório de destruir!

Enfim, a mão que aponta para o pé esquerdo erguido libera aquele que penetra o mito, revelando-lhe a essência do cosmo.

O pé direito esmaga um anão maléfico, o demônio Muyalaka (Avidya), ou seja, o demônio da ignorância. O conjunto repousa num pedestal em forma de lótus.

Sua cabeleira reúne muitos símbolos. Joias ornamentam seus cabelos trançados, cujas mechas inferiores dão voltas, indicando a impetuosidade de sua dança, que mantém o universo. Outra fantástica intuição: no grão de areia, para mim insignificante e imóvel, os elétrons giram em torno de si mesmos (o spin), “valsando” ao redor do núcleo dos átomos a milhões de quilômetros por segundo. Se, no cosmo, de repente, todos os elétrons, assim como a energia cósmica parassem, o universo cairia de imediato no “nada dinâmico” (akásha) de onde proveio!

Uma serpente se enrosca em seus cabelos, sem lhe fazer mal.

O crânio é de Brahma! A ninfa diz que o Ganges brota de sua cabeça. Enfim, o crescente lunar. Sua cabeça é coroada com uma guirlanda de Cassia, planta sagrada. Em sua orelha direita, um brinco de homem, na esquerda, um de mulher, indicando que ele reúne em si os dois sexos.

Suas joias acentuam sua divindade: usa ricos colares no pescoço, seu cinto é coberto de joias preciosas, braceletes ornam seus pulsos, seus tornozelos, seus braços e leva anéis nos dedos e nos artelhos! Veste um calção de pele de tigre e uma faixa. Para afrontar os brâmanes, ele também usa o cordão sagrado.

Todo o conjunto transmite uma impressão de impetuosidade graciosa, leve e fácil: Shiva-Lila é um “jogo”! Apesar de sua dança desenfreada, o rosto de Shiva continua sereno. Na fronte, abre-se o terceiro olho, da intuição, que atravessa as aparências e transcende o sensorial.

Para quem sabe ver, principalmente, perceber a dança de Shiva, numa concisão comovente, revela o Supremo. Assim, Shiva é Natarája, o rei da Dança.


Texto retirado do livro Tantra: o culto da feminilidade, de André Van Lysebeth.

Coreografias do nosso Método, SwáSthya Yôga


Um dos nomes atribuidos ao criador mitológico do Yôga é Shiva. E um de seus aspectos é o de Shiva Natarája, o Rei dos bailarinos. Leia o post A arte do Yôga, onde escrevo sobre suas origens mitológicas.

Esse conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição, remonta ao Yôga primitivo, pré-clássico, do tempo em que o Homem não tinha religiões institucionalizadas e adorava a natureza e principalmente o Sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução coreográfica é a mais ancestral prática do Yôga: o súrya namaskara, mais conhecido por Saudação ao Sol.

Acesse meu videoblog para assistir as melhores coreografias do nosso Método, o SwáSthya Yôga.

Por Marina Engler

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quem é o DeRose?



Acesse este post de autoria do instrutor Daniel Cambria, da Unidade Jaú, SP, para presentear o DeRose pelos seus 65 anos, hoje com 66:

SwáSthya Yôga mundo afora!


A fim de preparar-se para dar o máximo no show da Beyoncé, a guitarrista e diretora musical Bibi McGill, foi afinar seu instrumento corporal na Unidade Vila Mariana, em São Paulo. Deu no que deu: um grande espetáculo de força, poder e energia, muito brilho e muito carisma. Parabéns a ela e aos instrutores que lhe transmitiram nossa técnicas revolucionárias de autossuperação.

Bibi McGill, com a instrutora Rosângela, da Unidade Vl. Mariana - SP


Acesse essa matéria no blog do DeRose.

Fuja do estereótipo!



Esta foto foi publicada no dia 22 de fevereiro de 2010, em uma matéria na Gazeta (segundo os locais, é o melhor jornal de Curitiba), sobre o Dia do Yôga. A foto transmite a imagem mais autêntica de quem somos nós: gente jovem, bonita, feliz e de bem com a vida. Estes são dois instrutores do Método DeRose – Ana Elisa Santos e Artur Costi -, relativamente antigos, pois começaram cedo, o que lhes concede muitos anos de experiência apesar da juventude que se irradia dos seus rostos lindos e corpos sarados. E isso, conquanto não trabalhemos com atividades físicas nem desportivas e sim com uma Cultura de qualidade de vida. Note que, mesmo a matéria sendo sobre Yôga, a foto não é estereotipada. (Fonte: Blog do DeRose)

es.te.re.o.ti.pi.a (Dicionário Michaelis)
sf (estereótipo+ia1) 1 Tip Arte ou processo de fazer estereótipos ou de imprimir com estereótipos. 2 Med Repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido, ou manutenção persistente de uma atitude corporal. 3 Lugar onde se estereotipa.

O estereótipo que se tem das coisas é puro pré-conceito. É o que as pessoas dizem sem antes conhecer, e o pior, acaba virando a ideia da maioria das pessoas. Isso não acontece apenas com o Yôga. Veja essa entrevista do Patch Adams, que também foge do estereótipo de "doutor do riso".

http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/182/entrevistados/patch_adams_2007.htm

Atente-se sobretudo a este trecho:

Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação, sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ásana - Regras Gerais

Uma das principais características do SwáSthya Yôga são as regras gerais de execução, justamente por constituírem o alicerce da auto-suficiência (swáSthya).
Com as regras gerais, o praticante saberá executar praticamente todos os ásanas, e poderá seguir aperfeiçoando-se indefinidamente.
As regras atualmente codificadas são:
1. Respiração: movimentos feitos para cima são feitos com inspiração e para baixo com expiração.
2. Permanência: permanência máxima, dentro do bom-senso e do bem-estar, porém sempre se superando.
3. Repetição: repetição mínima (uma vez). A repetição existe, mas é exceção. A regra é não repetir.
4. Localização da consciência: localize sua consciência na região mais solicitada pelo ásana. Quando você localiza sua consciência numa região do seu corpo, direciona para lá um jorro de energia vital. Essa energia é denominada prána. Ela eleva a temperatura na região na qual você concentra sua atenção, estimula hiperemia, um maior afluxo de sangue e, com isso, contribui notavelmente para a regeneração de tecidos, a vitalização de órgãos e músculos, a eliminação de potenciais enfermidades, estimula chakras e aumenta a flexibilidade. Não é preciso mentalizar nada. Apenas localizar a consciência na região.
5. Mentalização: visualiza imagens claras e ricas de detalhes daquilo que você quer ver realizado. Aplique a cromoenergética: cor azul celeste é sedativa. Cor alaranjada é estimulante. O verde claro associa-se aos arquétipos primitivos da floresta e induz à saúde generalizada. Dourado contribui para o desenvolvimento interior. Violeta auxilia a queimar etapas e superar karmas.
6. Ângulo didático: demonstrar o ásana requer estética e didática. O ásana deve ser demonstrado de forma que o observador possa perceber o máximo de detalhes.
7. Compensação: tudo que for feito para um lado deve ser feito para o outro. Sempre que fizer um ásana de retroflexão, compense com um de anteflexão e vice-versa; sempre que fizer uma flexão para a esquerda, compense cm uma para a direita, e vice-versa; idem para as torções; e assim sucessivamente;
8. Segurança: esforce-se sem forçar. Qualquer desconforto, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes ásanas não devem cansar e sim recarregar nossas baterias.

 Tratado de Yôga, DeRose.

Vrishkásana no Jardim Botânico RJ


Agende uma aula experimental
14 9738 3613




segunda-feira, 22 de março de 2010

O que é o Método DeRose?



As técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica ásanas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, posturas, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O que é o Método DeRose:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora mento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:

“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”

É de emocionar, não é?

Quando Jamy expressou “esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha” definiu da melhor maneira a aula em que eu explico que o Método é muito mais do que simplesmente as técnicas, mas uma Cultura que se reverbera pelo círculo familiar e pelo dos nossos amigos. Assim, muita gente pratica o Método e nem sabe disso.

Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/quadro-sinotico-do-metodo/

domingo, 21 de março de 2010

Jornal da Cidade - caderno Economia & Negócios


Dessa vez no caderno Economia & Negócios do Jornal da Cidade, apareço em destaque no centro da respeitadíssima coluna do empresário Roberto Rufino.
Expresso aqui minha gratidão ao Jornal e principalmente ao Rufino pelo reconhecimento delegado a minha pessoa e ao meu trabalho.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Entrevista com Mestre Carlos Cardoso


No Festival Internacional de Yôga do ano passado, entrevistei o Mestre Carlos Cardoso pelo YôgaPress.
Assista ao vídeo da entrevista, em que Carlos Cardoso fala um pouco sobre seus projetos, cursos, eventos e hobbys, no meu vídeoblog.


Marina Engler

quinta-feira, 18 de março de 2010

Expressão corporal - Coreografias no Yôga


Foto tirada por Marina Engler para o YôgaPress

A coreografia é uma das principais características do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.

Consiste em execuções mais naturais e autênticas da origem do Yôga, identificando-se a Shiva Natarája, criador mitológico do Yôga e representado como o Rei dos bailarinos.

Esse conceito remonta ao Yôga antigo, do tempo em que o Homem adorava o Sol. O último rudimento dessa primitiva forma de execução é o Súrya Namakara, a famosa Saudação ao Sol.

Portanto, uma aula de SwáSthya, deve conter o ensinamento dessa arte de se expressar com o corpo de forma consciente o tempo todo e não somente na execução do ásana propriamente dito. Os movimentos de ligação entre eles têm tanta importância quanto à própria posição.

Nisso está a arte, a beleza, a força e a estética da prática do Yôga, que coloca a consciência como uma unidade.

Acesse meu vídeoblog para assistir uma bela coreografia da Professora Yael Barcesat.

Por Marina Engler

segunda-feira, 15 de março de 2010

Despedida do YôgaPress

Quando, em dezembro do ano passado, estava me preparando para retornar para Bauru, escrevi uma carta de despedida ao YôgaPress. Porém, por conta de alguns desencontros, acabei não divulgando a carta.
Agora com o meu próprio blog, posso deixar aqui minhas últimas palavras dedicadas a este projeto que tanto amei ter desenvolvido em minha estadia de um ano e três meses em São Paulo.


Na foto: eu com o Mestre Carlos Cardoso, no stand do YôgaPress durante o Festival Internacional de Yôga de SP 2009


Eis a carta de despedida:

Queridos leitores,

O YôgaPress, idealizado pelo Professor Flávio Moreira, começou a acontecer em setembro de 2008 quando vim morar aqui, em São Paulo. Foi um momento que cursava a Complementação Pedagógica para me formar instrutora do Método DeRose.

Formei-me em maio de 2009 e, apesar de tudo o que está aqui nessa cidade e o que conquistei até o momento, ser tão expressivamente especial para mim, optei em voltar para minha cidade, Bauru.

De fato, o YôgaPress foi o projeto do meu coração. Dediquei-me a ele com muito carinho e ele cresceu durante este período. Hoje ele é um blog de notícias e também acervo dos acontecimentos que envolvem nossa Cultura, portanto de relevante importância para nós. Porém, infelizmente ficou desativado com minha saída.

Deixo aqui meus agradecimentos ao meu monitor Flávio Moreira que me guiou cada dia dessa etapa. E tenho certeza que em breve este projeto será retomado com muito afinco e profissionalismo.

“E o que queira desfrutar glória deve despedir-se a tempo das honras e exercer a difícil arte de se retirar oportunamente.” Assim falou Zaratustra.

Obrigada a todos!

Acesse o YôgaPress para conhecer um pouco mais o projeto da Agência Internacional de Notícias do Yôga.

Marina Engler


terça-feira, 9 de março de 2010

Vegetarianismo, por quê? Veja alguns vídeos!


"Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana."
Albert Einsten



Fonte
blog do DeRose.

Ásana



A magia do movimento

Que enleva o espírito num apelo à beleza,

Criando obras de arte corporal,

Gerando esculturas viventes,

Brotando umas das outras,

Encadeadas por um sutil fio de continuidade

E de harmonia indescritível


Foto tirada por Marina Engler enquanto atuava no YôgaPress.

Na foto, Sônia Saraiva, instrutora e Diretora da Unidade Rive-Gauche, em Paris, França.


Assim como o escultor,

Desbastando o bloco de pedra fria

Faz surgir a obra prima que em seu interior jazia,

Da mesma forma o yôgin se transfigura e deixa

Aflorar obra e artista na execução coreográfica dessa

Dança milenar.

Isso é ásana!

Tratado de Yôga, DeRose.

segunda-feira, 8 de março de 2010

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga


Estes são os membros do Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga, a quem devemos agradecer por trabalharem árdua e seriamente em prol da obra de difusão desse conhecimento ancestral que é o Yôga.