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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vegetarianismo x Yôga

Trecho extraído do livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha. 
DeRose.

Boa parte da humanidade descobriu que comer carnes não era saudável e eliminou-as da sua mesa. Hoje contam-se cerca de DOIS BILHÕES DE VEGETARIANOS NO MUNDO. Mais de um bilhão é constituído pelos hindus. Além deles, contabilizamos os adventistas, os praticantes sinceros de Yôga do mundo todo e os simplesmente vegetarianos das diversas vertentes.
Quando falamos em vegetarianismo poderemos englobar os vegetarianos (lacto-ovo-vegetarianos), os vegetalianos (lacto-vegetarianos) e os vegetaristas (vegetarianos puros ou vegans). Esta é uma das nomenclaturas usadas. Contudo, não há consenso. Na Índia, por exemplo, vegetarianos são os lacto-vegetarianos.
Afinal, essas três vertentes são primas entre si. O princípio básico é não ingerir carnes de nenhuma natureza e de nenhuma cor.
As diferenças entre as três correntes acima são as seguintes:
• Vegetarianismo - aceita ovos e laticínios, além de 15.000 variedades de legumes, cereais, raízes, hortaliças, frutas, castanhas, massas, etc.
• Vegetalianismo - não aceita os ovos. No restante, não há diferença.
• Vegetarismo - não aceita os ovos nem os laticínios. Só vegetais.

QUAL É O MELHOR SISTEMA ALIMENTAR PARA O YÔGA
Para a prática do Yôga, o melhor sistema alimentar é o lacto-vegetarianismo. É o que vem sendo utilizado tradicionalmente na Índia há milênios. Mesmo se assim não fosse, tem provado ser o sistema ideal para o SwáSthya Yôga.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Entrevista com Mestre Carlos Cardoso


No Festival Internacional de Yôga do ano passado, entrevistei o Mestre Carlos Cardoso pelo YôgaPress.
Assista ao vídeo da entrevista, em que Carlos Cardoso fala um pouco sobre seus projetos, cursos, eventos e hobbys, no meu vídeoblog.


Marina Engler

segunda-feira, 15 de março de 2010

Despedida do YôgaPress

Quando, em dezembro do ano passado, estava me preparando para retornar para Bauru, escrevi uma carta de despedida ao YôgaPress. Porém, por conta de alguns desencontros, acabei não divulgando a carta.
Agora com o meu próprio blog, posso deixar aqui minhas últimas palavras dedicadas a este projeto que tanto amei ter desenvolvido em minha estadia de um ano e três meses em São Paulo.


Na foto: eu com o Mestre Carlos Cardoso, no stand do YôgaPress durante o Festival Internacional de Yôga de SP 2009


Eis a carta de despedida:

Queridos leitores,

O YôgaPress, idealizado pelo Professor Flávio Moreira, começou a acontecer em setembro de 2008 quando vim morar aqui, em São Paulo. Foi um momento que cursava a Complementação Pedagógica para me formar instrutora do Método DeRose.

Formei-me em maio de 2009 e, apesar de tudo o que está aqui nessa cidade e o que conquistei até o momento, ser tão expressivamente especial para mim, optei em voltar para minha cidade, Bauru.

De fato, o YôgaPress foi o projeto do meu coração. Dediquei-me a ele com muito carinho e ele cresceu durante este período. Hoje ele é um blog de notícias e também acervo dos acontecimentos que envolvem nossa Cultura, portanto de relevante importância para nós. Porém, infelizmente ficou desativado com minha saída.

Deixo aqui meus agradecimentos ao meu monitor Flávio Moreira que me guiou cada dia dessa etapa. E tenho certeza que em breve este projeto será retomado com muito afinco e profissionalismo.

“E o que queira desfrutar glória deve despedir-se a tempo das honras e exercer a difícil arte de se retirar oportunamente.” Assim falou Zaratustra.

Obrigada a todos!

Acesse o YôgaPress para conhecer um pouco mais o projeto da Agência Internacional de Notícias do Yôga.

Marina Engler