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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Ensinar & aprender


Ensinar é outro nível de aprendizado: 
“Se você não ensina, o pouco que sabe lhe será tomado. 
Mas se você ensina, o tanto que sabe lhe será amplificado.”

Aula ministrada no Jardim Cultural 2012
Foto: Calil Neto

quarta-feira, 14 de abril de 2010

STROGONOFF DeROSE



Tempo de preparação: cerca de 15 minutos

INGREDIENTES:
cebolas;
palmito macio;
champignon;
queijo mozzarella, provolone e um terceiro da sua escolha;
molho de tomate;
creme de leite, ou tahine, ou taratur;
orégano;
cardamomo em pó;
noz moscada;
molho de pimenta verde ou vermelha.

Quantidades, a gosto. Se faltar um destes ingredientes, não se aflija. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também se faz com criatividade e improviso.

MODO DE PREPARAR:
Corte as cebolas em rodelas e ponha para fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Vá mexendo sempre para que não queime, mas deixe dourar bem. Introduza o molho de tomate. Depois acrescente um pouco de água, os champignons cortados ao meio e o palmito picado. Que tal um pouco mais de água?
Assim que ferver, baixe o fogo e adicione os queijos. Primeiro os queijos mais consistentes, que demoram mais para derreter; depois os mais brandos, como a mozzarella. Vá mexendo para não grudar. Quando os queijos estiverem derretidos, acrescente as especiarias: orégano, cardamomo, noz moscada e o molho de pimenta. Sal, nem pensar! Desligue o fogo. Sem demora, acrescente o creme de leite. A quantidade de creme de leite fica boa quando os queijos não fizerem mais “fiapos”. Se preferir, no lugar do creme de leite coloque tahine.
Se quiser, pode adicionar uma pitada de germe de trigo e/ou farelo de trigo antes de tirar do fogo.
Cada vez que utilizar esta receita varie os condimentos, os queijos e o restante: o strogonoff DeRose tem cerca de 3.000 variantes...
Este prato acompanha bem qualquer tipo de legume cozido ou arroz.

Receita retirada do livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha. DeRose.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ásana - Regras Gerais

Uma das principais características do SwáSthya Yôga são as regras gerais de execução, justamente por constituírem o alicerce da auto-suficiência (swáSthya).
Com as regras gerais, o praticante saberá executar praticamente todos os ásanas, e poderá seguir aperfeiçoando-se indefinidamente.
As regras atualmente codificadas são:
1. Respiração: movimentos feitos para cima são feitos com inspiração e para baixo com expiração.
2. Permanência: permanência máxima, dentro do bom-senso e do bem-estar, porém sempre se superando.
3. Repetição: repetição mínima (uma vez). A repetição existe, mas é exceção. A regra é não repetir.
4. Localização da consciência: localize sua consciência na região mais solicitada pelo ásana. Quando você localiza sua consciência numa região do seu corpo, direciona para lá um jorro de energia vital. Essa energia é denominada prána. Ela eleva a temperatura na região na qual você concentra sua atenção, estimula hiperemia, um maior afluxo de sangue e, com isso, contribui notavelmente para a regeneração de tecidos, a vitalização de órgãos e músculos, a eliminação de potenciais enfermidades, estimula chakras e aumenta a flexibilidade. Não é preciso mentalizar nada. Apenas localizar a consciência na região.
5. Mentalização: visualiza imagens claras e ricas de detalhes daquilo que você quer ver realizado. Aplique a cromoenergética: cor azul celeste é sedativa. Cor alaranjada é estimulante. O verde claro associa-se aos arquétipos primitivos da floresta e induz à saúde generalizada. Dourado contribui para o desenvolvimento interior. Violeta auxilia a queimar etapas e superar karmas.
6. Ângulo didático: demonstrar o ásana requer estética e didática. O ásana deve ser demonstrado de forma que o observador possa perceber o máximo de detalhes.
7. Compensação: tudo que for feito para um lado deve ser feito para o outro. Sempre que fizer um ásana de retroflexão, compense com um de anteflexão e vice-versa; sempre que fizer uma flexão para a esquerda, compense cm uma para a direita, e vice-versa; idem para as torções; e assim sucessivamente;
8. Segurança: esforce-se sem forçar. Qualquer desconforto, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes ásanas não devem cansar e sim recarregar nossas baterias.

 Tratado de Yôga, DeRose.

Vrishkásana no Jardim Botânico RJ


Agende uma aula experimental
14 9738 3613




segunda-feira, 15 de março de 2010

Despedida do YôgaPress

Quando, em dezembro do ano passado, estava me preparando para retornar para Bauru, escrevi uma carta de despedida ao YôgaPress. Porém, por conta de alguns desencontros, acabei não divulgando a carta.
Agora com o meu próprio blog, posso deixar aqui minhas últimas palavras dedicadas a este projeto que tanto amei ter desenvolvido em minha estadia de um ano e três meses em São Paulo.


Na foto: eu com o Mestre Carlos Cardoso, no stand do YôgaPress durante o Festival Internacional de Yôga de SP 2009


Eis a carta de despedida:

Queridos leitores,

O YôgaPress, idealizado pelo Professor Flávio Moreira, começou a acontecer em setembro de 2008 quando vim morar aqui, em São Paulo. Foi um momento que cursava a Complementação Pedagógica para me formar instrutora do Método DeRose.

Formei-me em maio de 2009 e, apesar de tudo o que está aqui nessa cidade e o que conquistei até o momento, ser tão expressivamente especial para mim, optei em voltar para minha cidade, Bauru.

De fato, o YôgaPress foi o projeto do meu coração. Dediquei-me a ele com muito carinho e ele cresceu durante este período. Hoje ele é um blog de notícias e também acervo dos acontecimentos que envolvem nossa Cultura, portanto de relevante importância para nós. Porém, infelizmente ficou desativado com minha saída.

Deixo aqui meus agradecimentos ao meu monitor Flávio Moreira que me guiou cada dia dessa etapa. E tenho certeza que em breve este projeto será retomado com muito afinco e profissionalismo.

“E o que queira desfrutar glória deve despedir-se a tempo das honras e exercer a difícil arte de se retirar oportunamente.” Assim falou Zaratustra.

Obrigada a todos!

Acesse o YôgaPress para conhecer um pouco mais o projeto da Agência Internacional de Notícias do Yôga.

Marina Engler


segunda-feira, 8 de março de 2010

A ARTE DO YÔGA


Ao praticar uma filosofia, arte ou cultura, imediatamente expandimos nossa consciência ante a possibilidade de adquirir novos conhecimentos, de fazer grandes descobertas. A prática desta arte teve sua origem na Índia aborígene. Foi lá, nesse país mágico, que surgiu, há mais de 5 mil anos, uma das mais avançadas sociedades organizadas da Antiguidade, a qual, por sua vez, desenvolveu uma filosofia impecável.

“Certa vez um famoso bailarino improvisou alguns movimentos instintivos, porém, extremamente sofisticados graças ao seu virtuosismo e, por isso mesmo, lindíssimos. Essa linguagem corporal não era, propriamente um ballet, mas, inegavelmente havia sido inspirada na dança.

“A arrebatadora beleza da técnica emocionava a quantos assistiam à sua expressividade e as pessoas pediam que o bailarino lhes ensinasse sua arte. Ele assim o fez. No início, o método não tinha nome. Era algo espontâneo, que vinha de dentro, e só encontrava eco no coração daqueles que também haviam nascido com o galardão de uma sensibilidade mais apurada.”

“Em algum momento na História essa arte ganho o nome de integridade, união: em sânscrito, Yôga! Seu fundador ingressou na mitologia com o nome de Shiva e com o título de Natarája, rei dos Bailarinos. Esses fatos ocorreram há mais de 5 mil anos a Noroeste da Índia, no Vale do Indo, que era habitado pelo povo drávida.”

Tratado de Yôga, DeRose

É essa nobre arte que praticamos: o Yôga. Em nossas práticas exploramos o acervo de técnicas do Yôga antigo, vivenciando um alargamento da consciência proporcionada por essa ancestral filosofia.

Conheça e desmistifique o Yôga antigo.

Contato para aulas com Marina Engler: 14 9738 3613

quarta-feira, 3 de março de 2010

SWÁSTHYA YÔGA, UMA FILOSOFIA PRÁTICA


O Yôga é uma filosofia prática que abraça a vida como um todo. Os benefícios colhidos são apenas as migalhas que caem da mesa, o meio do caminho.

A meta do Yôga é a hiperconsciência. O praticante amplia seus estados de consciência e se torna cada vez mais lúcido, mais conhecedor de si mesmo e do universo que o rodeia. Assim, o yôgin logo vislumbra um suculento banquete a sua espera. Ao vivenciar esta cultura milenar você usufrui:·

  • Maior vitalidade, disposição e energia;
  • Reeducação respiratória;
  • Força muscular;
  • Flexibilidade articular e muscular;
  • Consciência corporal;
  • Administração do stress;
  • Aumento da criatividade;
  • Ampla concentração;
  • Capacidade cognitiva potencializada;
  • Bom humor, que reflete em melhorias nos relacionamentos profissionais, familiares, sociais e afetivos.

Quer mais?

O SwáSthya Yôga conta com uma completa gama de técnicas. Entre elas estão:

Ásanas – posições psicofísicas – promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide, melhor irrigação cerebral, coordenação motora e elasticidade dos tecidos.

Kriyás – atividades de purificação das mucosas – promovem a higiene interna das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas etc.

Bandhas – contrações ou compressões de plexos e glândulas – prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.

Pránáyámas – técnicas respiratórias – fornecem um superávit de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções etc.

Mantras – vocalização de sons e ultra-sons - aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.

Yôganidrá – técnica de descontração – é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e implode o stress.

Samyama – concentração, meditação e outros estados mais profundos – proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.

Desmistifique esse conhecimento ancestral com uma metodologia dinâmica e agradável.

Pratique uma super vida e faça sua diferença no mundo!

Yôga, uma arte feita com o corpo







Fotos tiradas por Fernanda Vasconcelos

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga


Estes são os membros do Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga, a quem devemos agradecer por trabalharem árdua e seriamente em prol da obra de difusão desse conhecimento ancestral que é o Yôga.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Receita do Chai

Vocês pediram e eu não resisti.
Afinal vocês são testemunha do quanto eu gosto de preparar este chai matutino.
Principalmente pelas boas companhias dessas alunas querida da Anália Franco.
Vamos lá:

1,5 l de água - deixe ferver

1 copo de gengibre ralado
1 copo menos um dedo de açúcar
1 pau de canela grande

Deixe queimar o açucar com o gengibre e a canela.

Misture com a água e com 7 cardamomos (somente os bem pretinhos) amassados e deixe ferver por 7 minutos.

Acrescente 3 colheres de sopa de leite ninho bem cheias e deixe por mais 2 minutos.

Desligue o fogo e acrescente 2 colheres de sopa de chá preto (dê preferência para o Twinings) por 2 minutos.

Agora é só coar e degustar.

Nesses dias frios cai muito bem, ainda mais se tiver bem acompanhado!