Para se alcançar a excelência técnica, é necessário o aprofundamento em uma única modalidade. Quem pratica várias, beira a superfície de todas e nunca usufrui a profundidade.
Marina Engler
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Para se alcançar a excelência técnica, é necessário o aprofundamento em uma única modalidade. Quem pratica várias, beira a superfície de todas e nunca usufrui a profundidade.
Marina Engler

Entre os dias 15 e 16 de maio, São Paulo apresenta mais uma Virada Cultural, projeto que acontece na cidade desde 2005.
No parque do Ibirapuera, haverá a apresentação de mais duas aulas do Método DeRose, além da tradicional aula dos sábados às 9h com o Instr. Luiz Felippe, que continua a acontecer normalmente neste sábado, na Praça do Porquinho. As duas aulas especiais fazem parte da Virada Cultural 2010 e irão acontecer no sábado às 17h30, com o Instr. Vernon Maraschin (Diretor da Unidade Vila Madalena) e no domingo, às 11h, com o Instr. André Mafra (Diretor da Unidade Brooklin).
Já tem uma turma agitando para participar da aula do domingo pela manhã, às 11h. O ponto de encontro será a Unidade Vila Mariana às 10h30.
Aproveite a oportunidade de apreciar uma aula ao ar livre além de participar de evento tão bacana promovido pela prefeitura de nossa cidade.
Para mais informações sobre a virada, acesse: viradacultural.org
Fonte: blog da Unidade Vila Mariana / SP
Projeto Força, Poder e Energia
No final de semana passado, entre os dias 22 e 25 de abril, eu e a jornalista Fernanda Vasconcelos fomos até Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, para completar mais uma etapa do Projeto Força, Poder e Energia.
Este projeto é um olhar fotográfico sobre expressões corporais contra-luz, que resultará numa exposição fotográfica.
Pretende sensibilizar o público para a beleza e a importância de um corpo forte e flexível e também despertar a consciência da integração do homem consigo mesmo e com o todo ao seu redor.
Confira a imagem abaixo e também o Jornal da Cidade online.

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Na Índia, uma das variações mais conhecidas da dança de Shiva é a Nadanta, representada na figura acima. Para facilitar sua decifração, as “chaves” principais foram sumariamente escritas na escultura.
O tambor na mão direita confirma sua origem pré-ariana: os dravidianos são formidáveis com o tambor. Simbolicamente, o tambor, o damaru, é o som primordial. O Unmai Villakam, versículo 36, diz: “A criação vem do tambor...”. Será isso uma surpreendente intuição do big-bang da física moderna? A concordância é, pelo menos, perturbadora.
Com a mão direita, erguida em abhaya mudrá, Shiva diz: “Eu protejo”.
O fogo, que transforma e destrói, surge na mão que toca o aro em chamas. Afronta para os brâmanes, Shiva reúne em si três funções cósmicas: criação, proteção, dissolução. Para eles, Brahma cria, Vishnu protege e deixaram para Shiva o poder inglório de destruir!
Enfim, a mão que aponta para o pé esquerdo erguido libera aquele que penetra o mito, revelando-lhe a essência do cosmo.
O pé direito esmaga um anão maléfico, o demônio Muyalaka (Avidya), ou seja, o demônio da ignorância. O conjunto repousa num pedestal em forma de lótus.
Sua cabeleira reúne muitos símbolos. Joias ornamentam seus cabelos trançados, cujas mechas inferiores dão voltas, indicando a impetuosidade de sua dança, que mantém o universo. Outra fantástica intuição: no grão de areia, para mim insignificante e imóvel, os elétrons giram em torno de si mesmos (o spin), “valsando” ao redor do núcleo dos átomos a milhões de quilômetros por segundo. Se, no cosmo, de repente, todos os elétrons, assim como a energia cósmica parassem, o universo cairia de imediato no “nada dinâmico” (akásha) de onde proveio!
Uma serpente se enrosca em seus cabelos, sem lhe fazer mal.
O crânio é de Brahma! A ninfa diz que o Ganges brota de sua cabeça. Enfim, o crescente lunar. Sua cabeça é coroada com uma guirlanda de Cassia, planta sagrada. Em sua orelha direita, um brinco de homem, na esquerda, um de mulher, indicando que ele reúne em si os dois sexos.
Suas joias acentuam sua divindade: usa ricos colares no pescoço, seu cinto é coberto de joias preciosas, braceletes ornam seus pulsos, seus tornozelos, seus braços e leva anéis nos dedos e nos artelhos! Veste um calção de pele de tigre e uma faixa. Para afrontar os brâmanes, ele também usa o cordão sagrado.
Todo o conjunto transmite uma impressão de impetuosidade graciosa, leve e fácil: Shiva-Lila é um “jogo”! Apesar de sua dança desenfreada, o rosto de Shiva continua sereno. Na fronte, abre-se o terceiro olho, da intuição, que atravessa as aparências e transcende o sensorial.
Para quem sabe ver, principalmente, perceber a dança de Shiva, numa concisão comovente, revela o Supremo. Assim, Shiva é Natarája, o rei da Dança.
Texto retirado do livro Tantra: o culto da feminilidade, de André Van Lysebeth.

Chamamos veneno ao que nos mata rapidamente;
e alimento, ao que nos mata a longo prazo.
DeRose
• Não misture sal com açúcar na mesma refeição.
• De preferência, não use nem o sal nem o açúcar. Procure reduzir esses dois impostores. A redução drástica do sal ajuda muito o aumento de flexibilidade nos ásanas. O sal também torna a pessoa menos sensível, cortando as percepções sutis.
• Não misture alho com cebola, nem em pratos diferentes, na mesma refeição.
• Não misture frutas ácidas com frutas doces.
• Não tome líquidos às refeições. Só meia hora antes ou meia hora depois. (Quando convidados a comer, os índios guaranis da Argentina, costumam responder: “Obrigado. Já bebi.”) Longe das refeições, beber muita água mineral.
• Faça rodízio das marcas de água mineral.
• Use água mineral até para chás e para cozinhar os alimentos.
• Não jogue fora a água que sobrar do cozimento de legumes. Ela é rica em sais minerais e pode ser usada para cozinhar outra coisa como, por exemplo, o arroz. Além da vantagem nutricional, o outro prato fica mais saboroso.
• Restrinja o uso de maioneses, ovos, creme de leite, manteiga e gorduras de origem animal e outras que fiquem em estado sólido sob temperatura ambiente.
• Em algumas receitas, o creme de leite pode ser substituído por yogurt (mas não fica tão bom); noutras, por pasta de gergelim (tahine).
• Reduza os laticínios ao mínimo possível.

• A manteiga, quase sempre, pode ser substituída por azeite de oliva extra-virgem, extração mecânica, a frio.
• O estado do seu prato pode indicar o grau de limpeza ou sujeira que a comida produziu no seu organismo. Se o prato estiver tão limpo que não precise ser lavado, seu corpo também estará limpo por dentro. Se o seu prato precisar de detergente e água quente para ficar limpo, imagine o estado dos seus órgãos internos após digeri-la.
• Adote especiarias, pois além de realçar o sabor ajudam a digestão, auxiliam a processar gorduras, beneficiam o fígado, vesícula, intestinos, dão vitalidade, aumentam a energia sexual e tonificam todo o organismo. São elas: gengibre, cravo, canela, orégano, cominho, tomilho, açafrão, coentro, curry, noz moscada, cardamomo, manjerona, manjericão, salsa e cebolinha, alho ou cebola e mais umas quarenta variedades que se encontram com relativa facilidade nos supermercados.
• Adote fibras, alimentos integrais, lêvedo de cerveja, ginseng, alho. Cuidado para não brindar seus amigos com o bafo de alho. A melhor coisa é engolir cápsulas de óleo de alho desodorizado ou dentes inteiros de alho à noite, antes de dormir. Assim, pela manhã você já processou e eliminou uma boa parte do “odor-afugenta-parceiro”. Aí, escove os dentes, tome um banho, coma alguma coisa e, para garantir, saia de casa mascando cravo!
• Elimine urgentemente as panelas de alumínio. Adote as de vidro, ferro, aço, ágata, barro, pedra, etc. Evite as películas anti-aderentes: há uma séria suspeita de que sejam cancerígenas.
• Olhe e veja o alimento. Não o ingira lendo ou distraindo-se com outra coisa. Você vai notar que o alimento passará a dar mais prazer e satisfará mais com menos quantidade.
• A monodieta é curativa e faz perder peso. Consiste em comer uma coisa só. Alimentos compostos, é claro, estão fora deste conceito. Pizza, por exemplo, não é uma coisa só, pois leva uma quantidade de ingredientes. Monodieta é alimentar-se durante um dia ou alguns dias só com mamão, só com banana, só com manga, só com batata, só com arroz, etc. Não vale regar com azeite ou manteiga. Tampouco colocar pimenta e outros artifícios. É mono mesmo. Mas cuidado para não exagerar, pois é inquestionável que a monodieta deixa o corpo carente de nutrientes. É para fazer por um período curto e depois parar.

Nossa recomendação é sempre evitar o fanatismo. Mas onde fica a fronteira entre o fanatismo e a seriedade? Para dedicar-nos a alguma coisa com seriedade é preciso um coeficiente de determinação que os não-comprometidos com o mesmo ideal geralmente tacham de fanatismo. Só o bom senso de cada um poderá julgar. O importante é não chatear as pessoas com as nossas excentricidades. Aliás, quanto menos elas ficarem sabendo, melhor. Assim, você evita que o considerem um eco-chato.
Trecho do livro Alimentação Biológica: chega de abobrinha. DeRose.


es.te.re.o.ti.pi.a (Dicionário Michaelis)
sf (estereótipo+ia1) 1 Tip Arte ou processo de fazer estereótipos ou de imprimir com estereótipos. 2 Med Repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido, ou manutenção persistente de uma atitude corporal. 3 Lugar onde se estereotipa.
O estereótipo que se tem das coisas é puro pré-conceito. É o que as pessoas dizem sem antes conhecer, e o pior, acaba virando a ideia da maioria das pessoas. Isso não acontece apenas com o Yôga. Veja essa entrevista do Patch Adams, que também foge do estereótipo de "doutor do riso".
http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/182/entrevistados/patch_adams_2007.htm
Atente-se sobretudo a este trecho:
Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação, sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura.

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora mento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.
Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:
“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”
É de emocionar, não é?
Quando Jamy expressou “esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha” definiu da melhor maneira a aula em que eu explico que o Método é muito mais do que simplesmente as técnicas, mas uma Cultura que se reverbera pelo círculo familiar e pelo dos nossos amigos. Assim, muita gente pratica o Método e nem sabe disso.
Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/quadro-sinotico-do-metodo/
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A coreografia é uma das principais características do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.
Consiste em execuções mais naturais e autênticas da origem do Yôga, identificando-se a Shiva Natarája, criador mitológico do Yôga e representado como o Rei dos bailarinos.
Esse conceito remonta ao Yôga antigo, do tempo em que o Homem adorava o Sol. O último rudimento dessa primitiva forma de execução é o Súrya Namakara, a famosa Saudação ao Sol.
Portanto, uma aula de SwáSthya, deve conter o ensinamento dessa arte de se expressar com o corpo de forma consciente o tempo todo e não somente na execução do ásana propriamente dito. Os movimentos de ligação entre eles têm tanta importância quanto à própria posição.
Nisso está a arte, a beleza, a força e a estética da prática do Yôga, que coloca a consciência como uma unidade.
Acesse meu vídeoblog para assistir uma bela coreografia da Professora Yael Barcesat.
Por Marina Engler
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O YôgaPress, idealizado pelo Professor Flávio Moreira, começou a acontecer em setembro de 2008 quando vim morar aqui, em São Paulo. Foi um momento que cursava a Complementação Pedagógica para me formar instrutora do Método DeRose.
Formei-me em maio de 2009 e, apesar de tudo o que está aqui nessa cidade e o que conquistei até o momento, ser tão expressivamente especial para mim, optei em voltar para minha cidade, Bauru.
De fato, o YôgaPress foi o projeto do meu coração. Dediquei-me a ele com muito carinho e ele cresceu durante este período. Hoje ele é um blog de notícias e também acervo dos acontecimentos que envolvem nossa Cultura, portanto de relevante importância para nós. Porém, infelizmente ficou desativado com minha saída.
Deixo aqui meus agradecimentos ao meu monitor Flávio Moreira que me guiou cada dia dessa etapa. E tenho certeza que em breve este projeto será retomado com muito afinco e profissionalismo.
“E o que queira desfrutar glória deve despedir-se a tempo das honras e exercer a difícil arte de se retirar oportunamente.” Assim falou Zaratustra.
Obrigada a todos!
Acesse o YôgaPress para conhecer um pouco mais o projeto da Agência Internacional de Notícias do Yôga.
Marina Engler