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segunda-feira, 8 de março de 2010

A ARTE DO YÔGA


Ao praticar uma filosofia, arte ou cultura, imediatamente expandimos nossa consciência ante a possibilidade de adquirir novos conhecimentos, de fazer grandes descobertas. A prática desta arte teve sua origem na Índia aborígene. Foi lá, nesse país mágico, que surgiu, há mais de 5 mil anos, uma das mais avançadas sociedades organizadas da Antiguidade, a qual, por sua vez, desenvolveu uma filosofia impecável.

“Certa vez um famoso bailarino improvisou alguns movimentos instintivos, porém, extremamente sofisticados graças ao seu virtuosismo e, por isso mesmo, lindíssimos. Essa linguagem corporal não era, propriamente um ballet, mas, inegavelmente havia sido inspirada na dança.

“A arrebatadora beleza da técnica emocionava a quantos assistiam à sua expressividade e as pessoas pediam que o bailarino lhes ensinasse sua arte. Ele assim o fez. No início, o método não tinha nome. Era algo espontâneo, que vinha de dentro, e só encontrava eco no coração daqueles que também haviam nascido com o galardão de uma sensibilidade mais apurada.”

“Em algum momento na História essa arte ganho o nome de integridade, união: em sânscrito, Yôga! Seu fundador ingressou na mitologia com o nome de Shiva e com o título de Natarája, rei dos Bailarinos. Esses fatos ocorreram há mais de 5 mil anos a Noroeste da Índia, no Vale do Indo, que era habitado pelo povo drávida.”

Tratado de Yôga, DeRose

É essa nobre arte que praticamos: o Yôga. Em nossas práticas exploramos o acervo de técnicas do Yôga antigo, vivenciando um alargamento da consciência proporcionada por essa ancestral filosofia.

Conheça e desmistifique o Yôga antigo.

Contato para aulas com Marina Engler: 14 9738 3613

quarta-feira, 3 de março de 2010

SWÁSTHYA YÔGA, UMA FILOSOFIA PRÁTICA


O Yôga é uma filosofia prática que abraça a vida como um todo. Os benefícios colhidos são apenas as migalhas que caem da mesa, o meio do caminho.

A meta do Yôga é a hiperconsciência. O praticante amplia seus estados de consciência e se torna cada vez mais lúcido, mais conhecedor de si mesmo e do universo que o rodeia. Assim, o yôgin logo vislumbra um suculento banquete a sua espera. Ao vivenciar esta cultura milenar você usufrui:·

  • Maior vitalidade, disposição e energia;
  • Reeducação respiratória;
  • Força muscular;
  • Flexibilidade articular e muscular;
  • Consciência corporal;
  • Administração do stress;
  • Aumento da criatividade;
  • Ampla concentração;
  • Capacidade cognitiva potencializada;
  • Bom humor, que reflete em melhorias nos relacionamentos profissionais, familiares, sociais e afetivos.

Quer mais?

O SwáSthya Yôga conta com uma completa gama de técnicas. Entre elas estão:

Ásanas – posições psicofísicas – promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide, melhor irrigação cerebral, coordenação motora e elasticidade dos tecidos.

Kriyás – atividades de purificação das mucosas – promovem a higiene interna das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas etc.

Bandhas – contrações ou compressões de plexos e glândulas – prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.

Pránáyámas – técnicas respiratórias – fornecem um superávit de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções etc.

Mantras – vocalização de sons e ultra-sons - aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.

Yôganidrá – técnica de descontração – é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e implode o stress.

Samyama – concentração, meditação e outros estados mais profundos – proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.

Desmistifique esse conhecimento ancestral com uma metodologia dinâmica e agradável.

Pratique uma super vida e faça sua diferença no mundo!

Yôga, uma arte feita com o corpo







Fotos tiradas por Fernanda Vasconcelos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Receita do Chai

Vocês pediram e eu não resisti.
Afinal vocês são testemunha do quanto eu gosto de preparar este chai matutino.
Principalmente pelas boas companhias dessas alunas querida da Anália Franco.
Vamos lá:

1,5 l de água - deixe ferver

1 copo de gengibre ralado
1 copo menos um dedo de açúcar
1 pau de canela grande

Deixe queimar o açucar com o gengibre e a canela.

Misture com a água e com 7 cardamomos (somente os bem pretinhos) amassados e deixe ferver por 7 minutos.

Acrescente 3 colheres de sopa de leite ninho bem cheias e deixe por mais 2 minutos.

Desligue o fogo e acrescente 2 colheres de sopa de chá preto (dê preferência para o Twinings) por 2 minutos.

Agora é só coar e degustar.

Nesses dias frios cai muito bem, ainda mais se tiver bem acompanhado!